domingo, 15 de maio de 2005
Lançamento do CD IDEM pelo MCA e Biovinil
Na sexta última (13/05/2005), teve lançamento do Cd dos Móveis Coloniais de Acaju, banda de estilo indescritível que, entre outras coisas, mistura Ska e Balalaika. O Show foi excelente, dancei, cantei algumas músicas e fui tentar pegar autógrafos dos caras no CD que enviarei para uma amiga minha (Doce e queridíssima Vívian!) em Salvador, infelizmente não consegui conversar com os caras e pegar os autógrafos, mas isso é algo que posso conseguir por outros meios. Cheguei em casa lá pelas 4 da matina.
No sábado (ontem, 14/05/2005), rolou a Biovinil, festa do pessoal da Biologia que toca músicas dos anos 50 aos 80. Teve banda cover dos Beatles, uma outra tocando vários "clássicos" como "Get along gang" e "muppet babys" e, ao final, um cover do Elvis com direito a roupa e tudo!! (aheuieheiu) Me diverti pacas cantando e dançando junto com o pessoal. Tinha tanta gente conhecida lá que sempre que me perdia achava uma galera diferente com quem passar um tempo!! Não posso deixar de mencionar os Ataris, é isso mesmo, tinha alguns Ataris lá pra gente matar a saudade (sim, eu joguei atari quando criança! algum problema com isso?), joguei um pouco de tenis e relembrei o quanto era simples se divertir naquela época!!!
Hoje, dia de ressaca (física apenas), corpo doído, sono eterno, muita comida pra repor as energias e uma vontade enorme de não fazer nada.
Ah!!! Entre ontem e hoje - comecei ontem, terminei hoje - eu assisti "Monty Pyton em busca do Calice Sagrado", uma comédia muito original e divertida do tempo em que fazer cinema exigia esforço dos homens e não dos computadores!
Essa edição fica por aqui...
Chega de ser trigo, o lance agora é ser o Vento!!!
Já não é mais possível ficar olhando o céu por horas. Conversar sem compromisso já não é mais algo tão frequente. O ócio criativo dá lugar ao negócio produtivo. Ainda assim há como ser feliz!
É preciso aproveitar cada gota do que resta da tão ignorada felicidade original, aquela responsável pela eterna nostalgia dos seres que sempre julgam o passado como a fase mais feliz de suas vidas. Nascemos felizes e crescemos infelizes, tudo porque ao passo em que crescemos cresce a nossa insatisfação com a vida. Parece que quanto maiores ficamos maior o buraco a ser preenchido, é como se os anos escavassem em nós um poço profundo, sem nada colocar no espaço aberto.
Mas, o pouco que ainda nos resta da nossa felicidade orignial - aquela com a qual nascemos e que, como disse, faz o passado parecer tão feliz e prazeroso - é mais do que suficiente para sermos pessoas plenas e felizes, é preciso apenas mudar a nossa postura em relação ao que temos, perdoem-me o clichê, mas é preciso sempre "ver o copo como meio cheio", considerar que o pouco que temos é o que precisamos para ter mais, e não a prova de que algo nos falta. Não é porque as coisas não dão certo uma vez que darão sempre, e não é porque deram errado até agora que vão continuar assim!
Sei que estou escrevendo um verdadeiro apanhado de frases de auto-ajuda, mas o fato é que elas são verdades óbvias que ninguém quer enchergar e considera banais, sou obrigado a reconhecer que estes escritos de caráter puramente comercial tem, escondidos sob toda a baboseira, algo de importante a dizer, ainda que isso acontece contra a vontade ou mesmo a revelia dos que os escrevem. Enfim, estou escrevendo apenas para registrar a minha decisão de mudar de atitude em relação a vida, sei que ja disse isso algumas vezes a várias pessoas, mas nem por isso desisto de tentar, quero de agora em diante lidar diretamente com a realidade e todos os seus condicionantes, chega de elocubrar suposições exponencialmente infinitas e irreais - e mesmo, algumas vezes, surreais - se a vida é mesmo um moinho, cansei de ser um trigo, chegou a hora de me tornar o vento - ou a água - que move as suas pás, é hora de tomar as rédeas, olhar para frente, pensar, enxergar e agir positivo e deixar de tanta reclamação, se algo não me satisfaz é preciso modificá-lo, se não tenho o que quero não devo reclamar, mas buscar conseguir!!!
E está dito!!!
domingo, 8 de maio de 2005
Show do Angra
Ainda assim consegui me divertir bastante, as músicas do CD novo são boas e eles tocaram várias outros "clássicos", com o palco pequeno e o público reduzido pude ver tudo bem de perto. Infelizmente as músicas do novo CD demandariam uma estrutura muito maior para serem apresentadas como toda a sua "graça", pois o cd é cheio de participações especiais e muitas músicas tem a presença de instrumentos clássicos que não são nem de longe substituídas pelas sintetizações de teclado.
No mais, nada demais. A vida vai seguindo tediosa como dia de calmaria no atlântico, as dúvidas existentes permanecem irrespondidas enquanto outras novas se apresentam, minha mente parece incapaz de adquirir qualquer novo conhecimento e até mesmo a leitura, dantes tão prazerosa, se torna uma atividade cansativamente improdutiva.
Devo mesmo viajar no fim do ano, no entanto não devo ir a Macchu Picchu, pois tenho lido em vários sitios que não se deve ir até lá no verão, pois as chuvas são torrenciais, de toda forma estive lendo sobre o peru hoje e descobri vários outros lugares legais pra visitar por lá.
Hoje vou parando por aqui, não deixe de passar pelo outro blog que também está atualizado, ok?! até qualquer hora...
sábado, 23 de abril de 2005
Simplicidade
Quinta feira começou o feriado, mesmo tendo que estagiar na sexta de manhã eu decidi sair a noite. inicialmente os planos eram levar uma amiga a uma apresentação de Dança de nome "Os Anjos". No ponto de ônibus tivemos uma conversa bem interessante sobre como o capitalismo não é bom e sobre como as pessoas estão tão envolvidas nele que não conseguem se livrar, como não conseguimos pegar um ônibus que nos levasse até lá a tempo acabamos indo jantar numa creperia aqui pertinho de casa, no caminho passamos na casa de uma amiga dela que aceitou o convite de nos acompanhar ( sempre fico em dúvida se cito ou não o nome das pessoas aqui, vai que elas resolvem me processar!!! aheuiehaei), conversamos um pouco e depois a minha amiga foi sair com outros amigos e voltei pra casa. Aqui, me telefonaram e acabei indo pra uma festa que rolaria na UnB.
Na sexta, cheguei em casa por volta de umas 4:30h da matina, dormi até as 8h e saí pro estágio. A tarde saí direto do estágio pra um pique-nique no parque com os calouros do 1º semestre, nos divertimos bastante entre conversas e passeios no carrinho bate-bate e num outro brinquedo que parece uma "centrífuga". A noite fui ao show de Let It Beatles e Móveis Coloniais de Acaju (vide link na coluna ao lado), promovidos pelo ERECS (Encontro Regional de Ciências Sociais), me diverti bastante e cheguei em casa lá pelas 5 da matina, como estava com um amigo e estavamos com fome fomos ao Pão de Açucar a duas quadras daqui comer alguma coisa,chegamos às 6 e caí no sono.
Hoje, Sábado, Acordei por volta das 15h, escrevi meu "Hausaufgabe" (dever de casa) de alemão e fiquei surfando pela net, já, já devo ir dormir pois amanhã vou ao tão amado poço azul!
sexta-feira, 15 de abril de 2005
O tempo não passa
No estágio a rotina se repete também: chego pouco antes do horário, ligo o computador, checo meus e-mails, leio as manchetes de alguns jornais, feito isso me dedico a estudar alguma coisa, vez por outra - uma na vida e outra na morte - sou interrompido por alguém que me pede para escrever um fax ou editar algum texto. por volta das 13h, saio.
Por volta das 13h30min estou no RU, engulo a comida e corro pra começar a jornada de aulas. Aqui ocorrem as únicas variações na minha semana: segundas e quartas tenho duas aulas, uma das 14h-16h e outra das 21h-22:30h, nesse meio tempo enrolo, nado, converso, durmo e tento estudar alguma coisa; nas terças e quintas tenho aulas no período das 14h-20h initerruptamente, ao fim volto pra casa e desmaio na cama. Na sexta o horário de aulas e estágio é invertido, ou seja, aula direto das 8h-12h e estágio das 15h-19h.
Nos fins de semana as coisas variam entre dormir na biblioteca tentando estudar, sair pra algum lugar ou visitar alguém.
A cada manhã, qdo ouço o despertador a única certeza que tenho é: "O TEMPO NÃO PASSA!"
domingo, 3 de abril de 2005
Divagações
Uma confusão inconciente e infundada anda me consumindo, confusão?Bem... essa não é a melhor palavra. Não sei bem dizer o que é... é um enjôo de mim mesmo, uma falta crônica de idéias, sei lá!
Hoje no entanto resolvi responder a meu próprio post - aquele que falava sobre não saber pq mesmo conhecendo o "caminho pra felicidade", eu continuava infeliz. O Segredo é a postura, uma postura infeliz - ou neutra - leva a um estado de espírito infeliz - ou neutro - outro ponto importante é praticar o que se sabe, não adianta ter conhecimento da "pequena felicidade", é preciso vivê-la para que faça sentido, para que ela me torne feliz.
Resta-me agora buscar aplicar o que compreendi...
domingo, 27 de março de 2005
O novo blog
De toda a forma acredito que, para aqueles que por qualquer que seja a razão, querem saber mais sobre mim, sobre como me sinto e o que penso, o novo blog é uma boa fonte de sentimentos e posições em relação à vida.
mais uma vez o endereço é: http://monologodostres.blogspot.com
Sobre o dia de hoje naum há muito o que declarar, almocei com duas amigas - Jana e Dani - conversamos um pouco, depois cada um tomou seu rumo. Estudei um pouco e visitei minha tia. em casa comi um pouco de chocolate e matei o tempo no msn.
sábado, 26 de março de 2005
Nada de muito novo debaixo do sol
Sexta última (ontem) fui no poço azul, eu o Jonas e a namorada, e o Maranhão. foi bem legal, estava com muita saudade do lugar, foi muito bom mergulhar naquelas cachoeiras de novo. Foi a primeira vez que sai com a namorada do Jonas, uma garota super gente fina e sem nenhuma frescura, ele é mesmo um felizardo! Passamos algumas horas fazendo trilha e curtindo as cachoeiras, saímos aqui de casa às 10 e voltamos às 16 horas.
Chegando em casa fiquei sabendo de uma armação pra ir ao cinema. Tratei de arrumar carona e fui com o pessoal. Assistimos "Herói", um excelente filme chinês (se alguém entendeu o que o nome do Quentin Tarantino faz no cartaz do filme por favor me explica!!!) com muita filosofia e simbolismo vou até baixá-lo para assistir mais vezes. Depois do filme fomos para o pontão discutir o filme, recitar poesia e jogar papo fora.
Hj almoçamos "em família", ou melhor, entre "sem-famílias", decidi reunir o pessoal que naum é aqui de Brasília pra não passarmos a páscoa tão solitários. Nem todo mundo que eu gostaria que fosse compareceu, mas mesmo assim foi bom, deu pra me sentir mais "acolhido". a festa que tinha programado para agora a noite aqui em casa não deu muito certo, ou melhor, não deu nada certo! Mas paciência.
Bem, acho que é isso...
Blog para poesias!
sábado, 12 de março de 2005
Tédio com um T enorme pra você
O pior de tudo é que nunca me dei o direito de sofrer ou me angustiar, nunca achei que tivesse motivos bons o bastante, a verdade é que continuo não os tendo, mas também não tenho uma fonte de felicidade que me alimente com pequenas doses diárias, não tenho sido fonte da minha felicidade, e uma das perquntas que me atormenta é: porque? Porque mesmo sabendo que o segredo da vida está nas pequenas coisas, mesmo reconhecendo a inportância da reflexão diária sobre a vida como instrumento de consciência da felicidade, mesmo buscando uma vida simples, mesmo procurando amar ao próximo, mesmo sendo um conhecedor do poder que tem um abraço, porque ainda assim essas coisas parecem não surtir efeito? POR QUÊ??? Pior, porque o efeito dessas medidas se mostram tão efemeros e porque o caminho do meio me parece tão insoso?
Outra pergunta que não se cala: porque os livros que leio me agradam mais do que os dias que vivo? porque eles parecem tão mais cheios de vida do que a vida que vivo?
E mais uma última pra encerrar... Se não sou uma pessoa rica e capaz de adquirir tudo o que desejo porque nada mais parece me interessar verdadeiramente, porque me sinto como se não precisasse de nada disso, como se já tivesse enjoado de todas as coisas materias, porque sofro desse tédio?
....
Nota de esclarecimento: as palavras tendem a ser menos precisas que os sentimentos, mas podem também fazê-los soar mais graves e profundos do que realmente são.
terça-feira, 8 de março de 2005
"Na teoria você está voltando, na prática você nunca foi"
Outro sentido, mais místico (na falta de palavra melhor), pode ser dado a frase: O indivíduo não pode estar voltando porque sempre esteve presente na lembrança, ou nos corações, daqueles que aguardavam o seu retorno. Esse e o sentido pelo qual escolhi essa frase para entitular o "post" de hoje.
Da última vez que escrevi estava em Salvador e lá tive "férias de inverno" no verão, pois choveu constantemente. A chuva tornou todos os programas de verão (basicamente praia, praia e mais praia) impraticáveis, mas me deu a oportunidade de realizar outras atividades que são também muito legais e que satisfazem profundamente a alma: ler e bater longos papos com os amigos.
Lá, além de meus primos (Daniel,Paulinha e Gustavo) encontrei-me com dois grandes amigos, um deles (André - amigo de infância, juventude e velhice se assim for pra ser!!!), vi apenas no meu último dia na cidade por um problema de horários incompatíveis (ele só tinha tempo livre a noite, e eu não tinha como me confiar em ônibus nesse horário), mesmo assim conversamos um pouco, o suficiente pra perceber a necessidade de conversar muito, muito mais.
Já com a outra (odeio o português com seus plurais machistas!!!) conversei muito, mas muito menos do que gostaríamos que acontecesse. Nos encontramos umas quatro vezes e numa delas passamos do sábado às 15h até o domingo as 13h ( Vinha, percebeste que foram quase 24h juntos?). Os papos fluíam com uma facilidade e variedade enorme, são poucas as pessoas com quem consigo algo assim - não é atoa que somos "espelhos". Bem sei que os demais querem saber sobre o que conversamos, mas acho que não vou escrever aqui, primeiro porque é um número incrível de coisas diferentes, segundo porque elas surgiam e eram discutidas sem a menor ordem lógica e terceiro que fazendo isso exporia demais as nossas duas pessoas, como todo bom maníaco por "privacidade intelecto-emocional" isso é algo que jamais faria.
Saindo de Salvador passei rapidamente em Petrolina rumo a Sento-Sé - cidade em que agora moram meus pais. em Petrolina encontrei, de maneira mais breve que a desejada, alguém que teve um papel muito importante na minha vida adolescente - sim, é você mesma, sei que se você ler isso aqui vai se perguntar se é você, não cito seu nome porque não sei a sua opinião em relação a isso - alguém com quem aprendi muito sobre sinceridade e auto-doação - ainda que você ache o que digo aqui um 'nonsense', saiba que é como vejo as coisas. Há muito que meus encontros com essa pessoa tem sido meros "teasers", sempre durando naum mais que alguns minutos, me deixando sempre frustrado por não termos tempo de conversar mais longamente - sinto falta de conversar com você, e essa falta nada tem a ver com o que ocorreu no passado, ou melhor, tem muito a ver com a boa amizade que construímos.
Sento-Sé, territorialmente quase do tamanho do estado de Sergipe, é um dos municípios mais pobres da bahia, a sede do município é minúscula e a educação deficiente e a econômia quase inexistente privam a cidade de pessoas com quem travar uma boa conversa e de opções de lazer, respectivamente. No entanto foi nesse lugar que meu pai decidiu se engajar políticamente, e é lá que ele sonha fazer a sua parte por um mundo melhor, então tudo o que posso fazer é aceitar, aplaudir e ajudar como puder. Durante o tempo que lá passei tudo o que fiz foi converar com a minha mãe (há tempos não fazia isso), ler e assistir TV (depois de morar um ano e meio sem ela já não sei como conseguia suportá-la por tanto tempo antes!).
De Sento-sé fui para Petrolina onde reencontrei os outros dois da "tríade". Carlos Thiago e Victor - grandes companheiros do segundo grau e pra toda vida - saímos em busca de lazer na noite Petrolinense e tudo que achamos foram bares semi-vazios e um sohw de música ruim (Calypso - não escrever isso direito e não faço a mínima questão!), depois de rodar pelos bares vazios e batermos papo decidimos arriscar o show. Do show em si eu não tenho o que falar, fiz o possível pra me concentrar e não ouvir a música e nem olhar pro palco (pois às vezes em que ousei fazê-lo presenciei uma verdadeira objetificação do corpo humano), lá encontrei alguns conhecidos e passei a maior parte do tempo conversando.
Agora, cá estou eu de volta a Brasília, um novo semestre, novas pessoas a se conhecer, novas aventuras a viver... Bem, agora sim 2005 aqui vou eu!!!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2005
Editorial + Ultimos dias
Desde que escrevi a última vez já viajei mais algumas centenas de quilômetros: estou em Salvador-BA, depois de ter passado por Recife, Petrolina e Itabuna/Ilhéus. Mas vamos por partes...
Com o fim do Fórum Social Mundial em Porto Alegre, retornei a Brasília no ônibus da UnB (mesmo da ida), tivemos problemas para sair porque pessoas haviam sido deixadas pra trás pelos outros ônibus e porque uma das pessoas que veio no nosso parecia estar perdida na cidade. Com esses imprevistos acabamos sainda bem mais tarde do que as 19h - horário previsto para a partida. No ônibus todo mundo dormiu até cansar de dormir e qdo cansou dormiu de novo pra descansar! haeuieheiuea. Os dias do fórum foram exaustivos. Qdo não estavamos dormindo matavamos o tempo brincando de "Máfia". Conheci uma garota chamada Suzana nessa viagem de volta - ela foi uma das pessoas deixadas pra trás - ela faz um estilo meio misterioso e parece bastante eclética - ainda que um tanto exótica (ou é esótica? alguém me explica a diferença por favor?) - em seus gostos (não tendo os meus gostos como padrão, mas sim os de uma "pessoa média"), não precisa nem dizer que fiquei curioso por conhecê-la melhor... bem só na volta agora. Em Brasília mesmo passei umas 12h, foi o tempo de pegar minha passagem para Petrolina, resolver alguns pepinos, passar na casa de uma amiga (Hevelyn para quem a conhece) e tocar o carro pro aeroporto.
Aeroporto. Chego em cima da hora, mas e daí? o vôo tá atrasado mesmo! haiuaeheiuehi. Acaba atrasando uma hora. Chegando no aeroporto de Recife, onde deveria fazer a conexão, descubro que esse atraso de uma hora significou perder a conexão de Recife a Petrolina. Tudo bem, nada de pânico, a moça da Varig logo nos informa que irá nos alojar num hotel e que irá nos enviar para Petrolina assim que possível. Chegando no hotel (quarto com vista pro mar - a duas quadras dele, mas ainda assim com vista pro mar) conclui que poderia ter um dia de praia as custas da Varig e logo a raiva se foi. Infelizmente não consegui avisar aos meus pais sobre os meus planos e os planos de praia foram por água abaixo e eu embarquei no primeiro vôo que a Varig conseguiu me encaixar.
Enfim Petrolina, quase em casa. Como meus pais precisaram sair de lá para uma reunião em outra cidade (na qual eles agora moram) eu fiquei uns quatro dias na casa de um grande amigo (Victor), conversamos um tanto sobre esses novos tempos, sobre o presente e o futuro, demos umas voltas pela cidade visitamos Lara (namorada dele e minha amiga), é bom ver como os dois estão felizes e se dando tão bem. Joguei um pouco de RPG e dei um volta com Victor e Paulo Henrique, pela "night" petrolinense, uma decepção! Plena sexta a noite e nada acontecia! Bem ces't Petrolina! Depois de alguns dias meus pais foram pra lá encontrar-se comigo para viajarmos pra Itabuna.
Na verdade eu não passei o carnaval em Itabuna/Ilhéus, mas sim na fazenda de meu tio/padrinho que fica bem próxima a essas cidades. Cavalguei, curti uma preguiça, comi muito churrasco, visitei rapidamente as cidades de Itabuna e Ilhéus, está última famosa na prosa de Jorge Amado. Foi uma boa semana de descanso, puro ócio, algo de que eu estava realmente necessitado.
Aqui em Salvador eu encontrei chuva e uma maldita inflamação na garganta. Até agora consegui, ao menos, encontrar com alguém que a muito desejava ver - Vivinha! - e estou planejado marcar um "Grande Encontro" - haeuiehaeiueh!!! - com meus amigos que aqui moram nesse fim de semana, vamos ver que bixo que dá...
domingo, 30 de janeiro de 2005
" No sea um vegetal participe del foro mundial!!! (Otro mundo es posible)"
Cheguei aqui com dois objetivos: conhecer pessoas das mais diversas partes do mundo que de uma forma ou de outra podessem ser úteis ao meu crescimento pessoal e ao desenvolvimento de atividades em que eu esteja envolvido ou venha a me envolver; e aprofundar (e angariar) conhecimento sobre movimentos sociais, política, educação e outras coisas mais. Nem um nem outro objetivo foi atendido satisfatoriamente, é bem verdade que assisti a conferências razoavelmente informativas e conheci duas peossoas (a Andrée - de Quebec no Canadá - e a Martina - da Itália. A primeira é simplesmente uma estudante universitária e a outra faz parte de uma organização pela ploriferação da não violência), mas isso fica bem aquem do que eu pretendia e esperava.
Andrée eu conheci enquanto assistia um debate sobre o G20 (grupo de vinte países encabeçados por Brasil, Índia e Africa do Sul - acho - que se destacou nas negociações da OMC em Cancún) conversamos bastante sobre o Brasil e o Canadá, sobre o fórum e um pouco sobre cada um de nós. Combinamos de almoçar juntos no dia seguinte mas isso não aconteceu porque ela resolveu ir pra uma conferência na hora do almoço (bem, bem, bem, que podia eu fazer, né?!). Trocamos e-mails em breve devo escrever algo pra ela.
Martina conheci numa oficina sobre soluções não-violentas de conflitos, também trocamos e-mails e ela ficou de me mandar uns artigos - em italiano infelizmente - sobre não violência. Quase não conversamos, o contato foi muito "profissional".
A coisa mais interessante do fórum pra mim foi o contato com as atividades de não-violência e do uso desta como "arma" para a solução dos conflitos existentes hoje no mundo, uma das conferências que assisti foi de uma ONG que se propõe a treinar agentes de paz não-armados para atuar em situação de crise. O tema muito me interessou e devo pesquisar um pouco mais sobre isso. Quem sabe eu não tenha descoberto a minha vocação como internacionalista?
O mais incrível de tudo é que, apesar de achar que o principal interesse das pessoas aqui era farrear, até mesmo as festas e shows me pareceram ruins, eram sempre desanimados e marcados pela presença massiva de drogas e homens.
No entanto não culpo ao Fórum em si apenas, a culpa é em boa parte minha também, pois não procurei ativamente a realização desses objetivos.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2005
As coisas só tem que dar certo, necessariamente, no final.
Como que num surto de iluminação (estava pensando sobre o marasmo que tem sido a minha vida afetiva e quais os motivos para tanto) surgiu em minha mente a seguinte frase:
"As coisas só tem que, necessariamente, dar certo no final."
Lógico que não estou dizendo para fazer tudo errado pq só pode dar certo no final, nada disso, o que digo é que não preciso ter medo de errar porque mesmo que eu erre as coisas darão certo no final, meu erro de agora é condição necessária para o meu sucesso futuro, para "o final que dará certo"!
domingo, 16 de janeiro de 2005
"PERSONAL COMPANION TABAJARA tm"
Existem algumas pessoas na presença das quais me sinto muito bem, me sinto feliz de simplesmente compartilhar com elas o momento, seja porque são pessoas cuja beleza (física e espiritual) eu adimiro, seja porque a conversa é fluida e proveitosa. A verdade (se é que existe uma) é que não existe nada que me faça sentir melhor do que estar ao lado de uma pessoa que precise de companhia, ou que simplesmente aprecie a minha, é por isso que chego a pensar que o meu destino é ser um "PERSONAL COMPANION TABAJARA tm", uma companhia profissional, apesar de que a sensação é muito mais de hobbie que de qualquer outra coisa.
Meus amigos tem sido a minha vida nos últimos tempos, estar com eles a minha felicidade, no entanto a sensação de que falta algo é uma constante. Acho que por mais que viva um "amor difuso" e incondicional me sinto condicionado a viver um "amor concentrado", por mais que conheça cada vez mais pessoas e que por cada uma delas nutra uma afeição especial, sempre sinto falta de alguém em especial dentre os que me afeiçôo.
E o que piora tudo isso é que meu "amorômetro" parece quebrado, a leitura não é diferente em relação a ninguém, sempre aponta as pessoas como amigas, ninguém se destaca dentre elas, apesar de serem todas pessoas posuidoras de muito charme e características interessantes. Por um lado, acho que a leitura é prejudicada pelo excesso de carinho que dedico a todos, por outro acho que é culpa de minha baia estima, sempre julgando as pessoas como "demais pra mim".
Ambos os fatores acima me colocam numa categoria muito restrita: a de "homens que querem ser cantados". Por mais que saiba o quanto é difícil fazer uma mulher tomar a iniciativa nessas situações, continuo a querer que as coisas aocntençam às avessas. Seria isso mais uma expressão de baixa estima, um charme de garoto que já foi tímido, ou um mero fetiche? Quem saberá explicar?
terça-feira, 28 de dezembro de 2004
Falta do que fazer!!!
Tudo bem, tudo bem, eu disse que não ia reclamar, tá, tá, já parei!
Meu dia de Natal teria sido triste se não fosse pela Paula (quase caloura de POL) que me convidou - leia-se: intimou - a sair com ela pra não passarmos o natal sozinhos. Fomos ao cinema, jogamos fliperama, e ficamos até de madrugada jogando cartas, me diverti bastante, nunca mais tinha tido um dia tão descompromissado e agradável como esse. A ceia na noite anterior entaum nem se fala, o Leo Kazuo (do meu semestre na UnB) me convidou pra passar com ele e a família, a comida estava demais e o clima era o melhor possível, a família dele nos recebeu, a mim e ao Lucas (que mora comigo aqui na república), como se fossemos de casa, e nos contaram várias estórias engraçadas que aconteceram ao longo desses anos. Simples, modesta, mas simples e modestamente perfeita!!!
Minha Ceia e meu dia de Natal me mostram uma coisa que estou cansado de repetir mas que sempre acabo ignorando: A felicidade real está nas pequenas coisas, nas coisas menores e mais simples da vida, mas é preciso ter consciência disso pra aproveitar, não basta que essas coisas existam e aconteçam a todo tempo, é preciso vivê-las total e completamente, é preciso estar "presente no presente", fazer as coisas com atenção, dedicação e prazer, para ver a felicidade fluir em nossas vidas. Aproveito esse momento de sabedoria (ou de clichê, se vc preferir) para inserir aqui os meus votos de Ano Novo para todos os meus (poucos) leitores que se dão ao trabalho de entrar aqui para, na maioria das vezes, encontrar apenas textos antigos, bem os votos são os seguintes:
Que 2005 se faça presente em vocês e vocês nele, que cada momento seja vivido, ou melhor saboreado lenta e propriamente, pois só assim seremos capazes de degustar a verdadeira felicidade que é viver, não existe passado nem futuro, existe apenas o aqui e o agora, o passado é dor e o futuro é dor, só a presença incondicional traz a felicidade!!!Não quero dizer com isso que o passado e o futuro sejam coisas ruins, mas se você se apega a qualquer um dos dois, acaba por não viver o agora, acaba se esquecendo de ser feliz.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2004
"E agooora que faço eu da vida..."
A verdade é que tenho me sentido meio perdido, ou pior, parado. Sinto como se tivesse chegado num ponto do caminho da vida e estacionado pra ficar pensando sobre que caminho tomar depois, só que o depois não vem. E ai começam as dúvidas, e quantas dúvidas!!! Estou no lugar certo? o que faço aqui? Se não ficar aqui, pra onde vou??? Não aguento mais tudo isso, no dia a dia nem me faço tanto essas perguntas, mas elas ficam latentes em minha mente, e pulsam lá no fundo, fazendo com que eu sinta um constante vazio, uma profunda dúvida. Como já disse antes, a vontade que tenho é de sair por ai caminhando à busca das respostas a essas perguntas, mas inventamos o dinheiro e as responsabilidades, e com eles fica difícil realizar esse sonho!
Chega de lamúrias... vou dormir...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2004
No olho do furacão!
Apesar de todo o alvoroço e destruição que um furacão é capaz de fazer por onde passa, existe um lugar, bem no meio de toda essa bagunça que é completamente tranquilo, é o que se chama de olho do furacão, o centro de rotação dos ventos que formam esse fenômeno da natureza. Por mais extranho que possa parecer esse ponto, bem no centro de toda a confusão é tranquilo e inerte. Comigo o que se passa é que estou num "vácuo de atividades", apesar de ter muito a fazer, nada é imediato, então não faço e tenho a ilusão de que estou sem o que fazer.
Minha vida continua provisória, contingencial, faço apenas aquilo que precisa ser entregue logo em seguida, ou aquilo que precisa ser feito o quanto antes, nada de manter matérias em dia ou adiantar leitura, vou preguiçosamente seguindo em frente. É bem verdade que por causa disso trabalho muito mais do que se me organizasse, mas simplesmente não consigo me organizar pq não me sinto estimulado para tanto. Nem sei ao certo o que estou fazendo aqui, não sei o que quero para o futuro e isso me desanima pra estudar, quero sim aprender várias coisas, mas me sinto impedido de conhecer algumas e desestimulado para aprender outras, no fim me canso muito pra aprender pouco, ou quase nada, a cada semestre que passa aprendo menos, e não é porque estou chegando a um limite de conhecimento (isso nem é possível), mas simplesmente porque as coisas se repetem ou se mostram dispensáveis. As aulas se mostram inúteis e os professores incopetentes, muitos até possuem um conhecimento invejável, mas passá-lo é um mistério para eles, outros até sabem dar uma boa aula, mas perdem a noção do impossível quando vão cobrar a matéria em provas e trabalhos, e no fim das contas faço tudo o que preciso pra conseguir as notas, e só, porque se fosse fazer mais teria que abdicar dos poucos momentos de pessoalidade que ainda tenho.
Tudo o que queria era poder parar tudo agora e sair sem rumo. Trancar a faculdade, cancelar a volta pra casa e viajar por ai, conhecer lugares e neles conhecer a mim mesmo, não sei mais (já soube?) o que quero, não sei onde quero ir, menos ainda como chegar a algum lugar, e acho que só me perdendo pelo mundo é que vou me achar, mas como nada disso é possível, a gente segue rumo ao nada, rumo à formatura e seja o que Deus quiser, afinal de contas nada pode ficar tão ruim que não se possa dar um jeito. "No fim das contas, tudo acaba dando certo, e se não der, ainda não acabou"... já dizia o "velho deitado".
terça-feira, 16 de novembro de 2004
"'ACE' todo dia fosse assim!" ( "O maior post de todos os tempos da última semana")
Esse feriado foi muito positivo para a minha saúde mental, apesar dos problemas decorrentes do processo eleitoral pro DCE que insistem não só em não se resolver, mas em também continuar aumentando em complexidade e número. Na sexta eu me encontrei com uns amigos para combinar as reuniões do Projeto “Homo sapidus” (um projeto de educação e de mundo que, há muito, habita minha mente e meu coração e que agora me considero pronto para dar início); também assisti ao filme “Fahrenheit 9/11” (um manifesto político contra o governo do Bush filho); e a noite, fui para a festa que organizamos (eu e as outras pessoas da chapa 4) para tentar arrecadar uma grana para pagar as dívidas de campanha. A festa não rendeu muita grana, mas foi muito divertida, tive chance de praticar um pouco de forró (acho que finalmente estou aprendendo,o básico é verdade, mas já é alguma coisa!!!) e de conversar sobre coisas que não as matérias da UnB ou as eleições. Os primeiros raios do sol já despontavam no horizonte acariciando as nuvens preguiçosas que nublavam o dia nascente, quando finalmente fui pra casa.
Recolhendo-me tão tarde (ou tão cedo do dia seguinte) só fui acordar ao meio dia, bem em tempo de ir para o churrasco de aniversário de uma amiga da chapa (a Carla). O caminho até lá foi meio desanimador (fui de ônibus e por isso tive que andar mais ou menos 1,5km), mas quando cheguei o desânimo se desfez, num lugar tão agradável como aquela casa e com uma comida tão boa quanto a que nos era servida, nenhum desânimo é capaz de permanecer.
A tarde foi bem longa e agradável, regada a refrigerante, carne, sorvete, bolo, conversa, cerveja e boa música, ora cantada por um dos convidados, ora proveniente do toca CD. Apesar de passar a maior parte do tempo conversando, tive alguns momentos de introspecção, dentre eles um em que, por instantes retornei a um momento muito agradável do meu passado.
Estava distraído, trocando uma idéia com meus botões, quando alguém começou a tocar “A seta e o alvo” do Paulinho Moska. Imediatamente fui transportado alguns anos no passado, levado de volta a uma sala, num pequeno apartamento, numa pequena cidade de Pernambuco. Lá estávamos de novo, eu e Ana, (espero que não te importes de citá-la nominalmente aqui, mas acho estranho chamar alguém de ex) deitados no chão num dia quente, ela com a cabeça sobre minha barriga, eu acariciando o seu cabelo. As poucas palavras ditas eram intercaladas com um longo silêncio gostoso e cúmplice de nosso momento. Pra mim, naquele momento, o mundo era aquilo, nossa vida aquele momento e da trilha sonora que ouvimos essa (“A seta e o alvo”) foi a música que mais me marcou. Cada detalhe do momento conspirava para uma sensação de plenitude, tranqüilidade e satisfação que em poucos outros momentos consegui vivenciar.
A cada acorde a cena se refazia diante de meus olhos e a lembrança de um momento tão feliz, se fez ainda mais feliz com os defeitos esmaecidos pelo esquecimento e as qualidades refinadas pela saudade. Tempos felizes aqueles, tempos nebulosos os de hoje.
Longe de mim cair no clichê e dizer: “Ah se pudesse viver isso de novo”. Não é a improbabilidade (porque a impossibilidade de qualquer coisa é bem improvável de existir) poder repetir essas momentos felizes que me faz cair na real, mas sim a certeza de que é preciso viver o agora, centrar-se na vida presente, estar realmente onde e quando o meu corpo se encontra, nunca em qualquer outro lugar no tempo e/ou no espaço. As lembranças são apenas isso: LEMBRANÇAS, pequenos pedaços de felicidade cristalizados em nossas mentes e corações para que, por mais que a vida se mostre dura e amarga, não percamos a certeza de que a doçura e a leveza também fazem parte da vida.
Será que é estar só a tanto tempo que me traz esses bons momentos de volta a mente? Será que é saudade? Ou é carência? Sinto-me em crise por não conseguir expressar bem meus sentimentos e desejos, mas até onde o problema é meu? E a partir de quando? É bom estar de volta a mim, aqui e agora, por maior que seja a confusão, me sinto de volta ao meu “velho, confuso, taciturno e questionador” eu. Pouco importa defeitos e complicações, o que importa é que volto a ser eu mais uma vez, não mais estou perdido, agora que posso novamente me perder em minhas idéias e me confundir com as minhas emoções.
Um abraço a todos,
Não deixem de viver os sonhos, nem de sonhar a vida.
quinta-feira, 11 de novembro de 2004
De volta
Atualizando o papo, devo dizer que fui na acampar na chapada dos Veadeiros - GO no último feriado, descansei bastante depois das eleições do DCE (que eu perdi), curti umas cachoeiras muito legais, o contato com a natureza foi muito revigorante. Lá conheci pessoas muito legais, sempre gosto de ir a lugares assim pequenos pq lá parece que a maldade e a desconfiança não existem, as pessoas são amigáveis e ajudam umas as outras sem nada pedir em troca, muito legal!!
Nos últimos tempos passei por um distanciamento de mim mesmo, me ocupei tanto das coisas do dia a dia que acabei esquecendo dos meus próprios problemas, é como se saisse de férias e deixasse a porta aberta e qdo voltasse estivesse ocorrendo uma rave lá dentro. Ou melhor, não é assim tão crítico, seria mais como se uma ventania tivesse passado por lá. E o pior é que, encontrando a casas bagunçada, ainda não tive tempo de por as coisas em ordem. E o mais doido é que o meu interiror se reflete na minha casa (ou seria o contrário) que até hoje tá uma bagunça só por causa dos dias da eleição em que não tive tempo de arrumá-la.
Pra concluir, estou tentando encaminhar o projeto da minha vida, o "Homo sapidus", que se trata de um projeto de escola onde todos aprendem ao mesmo tempo (educadores e estudantes), as matérias são trabalhadas conjuntamente e o indivíduo aprenderá também a viver consigo e em comunidade. Espero que ele se encaminhe, estou bem empolgado e tenho alguns amigos nisso comigo, vamos ver no que é que dá.
" Se teus sonhos estão nas nuvens, estão no lugar certo. Só te falta construir os alicerces"
Não conheço o autor
